domingo, 26 de junho de 2011

PAULO RENATO FEZ SUA PASSAGEM PARA OUTRA VIDA

Faleceu um dos melhores ministro da Educação. Infelizmente, os bons logo se vão!

Ex. Ministro da Educação, ex. Reitor da UNICAMP Paulo Renato sSouza, aos 65 anos e morreu no final da noite de ontem (25), vítima de enfarte fulminante. Ele passava o feriado prolongado de Corpus Christi ao lado de familiares em um hotel de São Roque, interior paulista, quando começou a se sentir mal.
O enterro acontecerá apenas amanhã (27/06), em São Paulo, para que as filhas de Paulo Renato - uma mora nos EUA e a outra no México - possam estar presentes no enterro do pai.
Carreira - Economista, Paulo Renato foi ministro da Educação durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, entre 1º de janeiro de 1995 a 31 de dezembro de 2002. Dentre as suas principais realizações à frente do ministério da Educação estão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB).
Também ocupou outros cargos públicos e executivos no Brasil e no exterior, incluindo o de gerente de Operações do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, o de secretário da Educação do Estado de São Paulo, entre 1984 e 1986, no governo Franco Montoro, e o de reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre 1987 e 1991, durante o governo de Orestes Quércia.

Publicado em http://br.noticias.yahoo.com

quarta-feira, 22 de junho de 2011

II CONGRESSO INTERNACIONAL INTERFACES DA PSICOLOGIA...

O II Congresso Internacional Interfaces da Psicologia: Qualidade de Vida... Vidas de Qualidade irá decorrer na Universidade de Évora, no Auditório do Colégio do Espírito Santo (CES). No mes de Novembro de 2011 nos dias 14 e 15.

As crises económicas e financeiras que têm assolado o mundo nos últimos anos, são certamente um alerta para a necessidade de reformulação de um status quo que sobrevaloriza os resultados em detrimento dos processos. Emergem então oportunidades de olhar para aquilo em que estamos a tornar a nossa vida, e de procurar alternativas que facilitem a valorização do aqui e agora e não apenas do futuro que virá um dia. E a vida interessa-nos em todas as suas dimensões: física, emocional, social, intelectual e espiritual.

Na edição de 2011 do Interfaces da Psicologia, teremos como pano de fundo esta reflexão, enquadrada naquele que tem sido o espírito destes eventos. Esse espírito pode ser configurado em duas ideias fundamentais. A primeira, que a especialização progressiva do conhecimento vem ampliar as áreas de intersecção entre saberes, e requerer o diálogo cooperativo entre campos do conhecimento, para a construção da realidade social e para a escolha deliberada do percurso de desenvolvimento das sociedades humanas. A segunda, que a diversidade é hoje uma constante nos ambientes de acção quotidiana dos indivíduos, apelando à flexibilidade mental e à aceitação das diferenças, senão mesmo à sua estimulação. Assim, as temáticas a abordar situam-se em todos os campos do conhecimento, desde que perspectivadas na sua interface com a psicologia e focadas na temática geral do evento.

Informações sobre Inscrição no Congresso

Site - http://www.interfacespsicologia.uevora.pt/index.html

TAXAS DE INSCRIÇÃO
Até 30 de Julho de 2011:

Profissionais: 150 €
Estudantes: 100 €
Docentes da Universidade de Évora – 50 €
Estudantes da Universidade de Évora – 25 €
Estudantes da Universidade de Évora que submetam propostas de posters até 30 de Maio – 15 €

Depois de 30 de Julho de 2011:

Profissionais: 200 €
Estudantes: 150 €
Docentes da Universidade de Évora – 100 €
Estudantes da Universidade de Évora – 50 €

Notas:
1- Por cada dois autores que constem nas propostas de simpósio/comunicação/poster pelo menos um terá de se inscrever.
2- Só serão passados certificados de autoria de trabalhos aos autores devidamente inscritos
Publicado em -  http://www.interfacespsicologia.uevora.pt/index.html

domingo, 12 de junho de 2011

ESCOLA ABERTA TRAZ BONS RESULTADOS NO INTERIOR DO PARÁ

ESCOLA ABERTA TRAZ  BONS RESULTADOS NO INTERIOR DO PARÁ

 
Atividades educativas, culturais, artísticas e esportivas são constantes nos finais de semana da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândida Santos de Souza, no Pará. Por meio delas, a instituição localizada no município de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, contribui para melhorar a qualidade de vida da comunidade, ao mesmo tempo em que ajuda a transformar o colégio em um espaço de cidadania e convivência social.
Com cerca de 1.500 alunos matriculados no ensino fundamental e na educação de jovens e adultos (EJA), a instituição está localizada no Distrito Industrial, um local incluído pela polícia na chamada “zona vermelha”, por ser considerado perigoso. O projeto Escola Aberta Educação e Cidadania, iniciado em 2009, oferece diversas ações educativas e de recreação. Estudantes, pais e servidores da instituição, além de moradores do bairro e do entorno, podem participar das atividades, que são oferecidas aos sábados, pela manhã e à tarde.
“O projeto veio ajudar a comunidade, oferecendo um espaço socializador, capaz de promover mudanças e oportunizar ações acolhedoras”, salienta o diretor da Escola Cândida, Belmiro Campelo Neto. Além disso, informa, o projeto favorece a extensão do processo educacional nos seus variados aspectos e possibilita aos participantes das oficinas uma oportunidade de aumento da rede familiar, por meio da criação de objetos artesanais.
Crochê, pintura em tecido, bombons de chocolate e bijuterias são algumas das atividades ensinadas nas oficinas. O projeto também oferece a prática e o aprendizado de diferentes jogos, sejam de tabuleiro, como xadrez, dominó, trilha e futebol de botão; ou jogos de campo, como vôlei e futsal. Os instrutores, mais conhecidos como “oficineiros”, são recrutados na própria comunidade, geralmente a partir de indicações de professores, alunos ou servidores da escola. Algumas vezes, os próprios interessados procuram a escola oferecendo seus serviços. Os instrutores podem ser voluntários ou receber pagamento pelas aulas dadas, pois o projeto conta com recursos para esse fim. O diretor esclarece que os professores da própria escola também podem participar como instrutores, pois o projeto é oferecido à comunidade fora das atividades normais da escola.
“Sábado é um dia de amizade – ‘o dia da brincadeira’ – e a família vem se divertir na escola. É muito legal”, diz o professor de educação física da Escola Cândida, Jesus dos Santos Cruz, que também desenvolve atividades esportivas no Escola Aberta. Segundo ele, os alunos são informados, no decorrer da semana, sobre os jogos que serão realizados no sábado, para que possam convidar seus amigos. “A procura é grande e em algumas oficinas é preciso fazer inscrição: o futebol é o mais procurado”, conta Jesus. Com um salário fixo pelo trabalho que desenvolve na escola, ele também recebe pelas horas que dedica ao projeto no final de semana.
Comportamento - De acordo com o diretor, o projeto provocou uma diminuição nas brigas e atritos estudantis. Como exemplo, cita a melhora ocorrida no comportamento de alguns alunos que, antes do Escola Aberta, chegaram a ser encaminhados ao Conselho Tutelar e à Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data) da Polícia Civil. “Eles não dizem mais tantos palavrões, sabem resolver suas diferenças e não criam confusões”, explica Belmiro Campelo Neto. Esses estudantes também ajudam a resolver desavenças surgidas entre colegas, o que representa um grande avanço, na visão do diretor. Pedagogo com especialização em gestão escolar, há 27 anos no magistério, ele acredita que o projeto oferece muito mais do que só diminuir a violência: “ele orienta a comunidade na busca por melhorias para sua vida e promove a cidadania”, ressalta.
A coordenadora do projeto Escola Aberta na Escola Cândida é a pedagoga Alcilene Costa Magalhães. Com 15 anos de magistério, ela também exerce a função de coordenadora pedagógica na escola e desenvolve inúmeras ações de cidadania por meio de projetos, cursos, oficinas e ciclos de palestras. Um de seus projetos é Cultura de Paz na Escola, premiado pelo Instituto Cidadania Brasil, em 2010, com o Prêmio Construindo a Nação 2010/2011. “Acreditamos que desenvolvendo uma cultura de paz na escola é possível diminuir a violência na comunidade”, ressalta.
(Fátima Schenini)
 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=1663

quarta-feira, 8 de junho de 2011

EDUCAÇÃO SUPERIOR

REFORMULAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - Sinaes

1. Introdução

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por meio da Diretoria de Avaliação da Educação Superior (DAES), coordenou no ano de 2010 e 2011 a revisão dos instrumentos de avaliação utilizados no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Esse trabalho surgiu em observância ao disposto na Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, no Decreto n° 5.773, de 09 de maio de 2006, que define como uma das competências do Inep elaborar os instrumentos de avaliação e na Portaria Normativa n° 40, de 12 de dezembro de 2007, consolidada e publicada em 29 de dezembro de 2010, que atribui à Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES/Inep as decisões sobre os procedimentos de avaliação.
A reformulação dos instrumentos foi realizada pela Comissão de Revisão dos Instrumentos de Avaliação, coordenada pela DAES, mediante solicitação da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes), em reunião ordinária. Por meio da Portaria Inep nº 386, de 27 de setembro de 2010, publicada no DOU em 28/09/2010, Seção 2, página 18, a comissão foi oficializada.
Esta Nota Técnica tem como objetivo informar sobre a reformulação dos Instrumentos de Avaliação de Cursos de Graduação e apresentar a proposta elaborada pela Comissão de Revisão dos Instrumentos, aprovada pela Conaes em reuniões realizadas nos meses de abril e maio de 2011.
Cabe esclarecer que o presente documento refere-se, exclusivamente, aos instrumentos de avaliação dos cursos de graduação. O instrumento de avaliação institucional está em elaboração.

2. Dos Instrumentos

2.1. O Sinaes tem como uma de suas finalidades aferir a qualidade para a melhoria da educação superior. A avaliação entendida como um processo exige uma medida operacionalizada por instrumento que possibilita o registro de análises quantitativas e qualitativas em relação a uma qualidade padrão.
Considerando que o processo de avaliação da educação superior é contínuo e necessário, a DAES exerce sua competência legal de reformular os instrumentos de avaliação de cursos de graduação, de acordo com o artigo 7º, IV e V, Decreto nº 5.773, de 09 de maio de 2006:
"Art.7º No que diz respeito à matéria objeto deste Decreto, compete ao INEP:
(...)
IV- elaborar os instrumentos de avaliação conforme as diretrizes da CONAES;
V- elaborar os instrumentos de avaliação para credenciamento de instituições e autorização de cursos, conforme as diretrizes do CNE e das Secretarias, conforme o caso"...
2.2. A reformulação dos instrumentos partiu de uma padronização inicial dos 12 instrumentos de avaliação dos cursos de graduação, uma vez que eles apresentavam diferentes critérios de análise.
Os instrumentos analisados foram:
  1. Instrumento de Avaliação de Autorização de Curso de Graduação em Medicina;
  2. Instrumento de Avaliação de Autorização de Curso de Graduação em Direito;
  3. Instrumento de Avaliação de Autorização de Curso de Graduação Licenciatura e Bacharelado;
  4. Instrumento de Avaliação de Autorização de Curso de Graduação Tecnológico;
  5. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso de Graduação em Medicina;
  6. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso de Graduação em Direito;
  7. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso de Graduação em Pedagogia;
  8. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso de Graduação Licenciatura e Bacharelado;
  9. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso de Graduação Tecnológico;
  10. Instrumento de Renovação de Reconhecimento de Cursos de Graduação;
  11. Instrumento de Avaliação de Reconhecimento de Curso a Distância;
  12. Instrumento de Avaliação de Autorização de Curso a Distância.
2.3. Na padronização dos instrumentos de avaliação de cursos de graduação utilizaram-se como referência os indicadores de avaliação e seus descritores das respectivas dimensões, conforme o artigo 4º da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, em escala crescente de excelência de 1 a 5.
A padronização dos instrumentos considerou a abrangência e a flexibilização de modo a garantir, no processo avaliativo, um resultado fidedigno dos cursos de graduação e a melhoria da qualidade como referencial básico dos processos de regulação e supervisão da educação superior (Parágrafo único, Art. 2º da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004).
Os instrumentos de avaliação dos cursos de graduação foram reformulados, respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos, os princípios e diretrizes do Sinaes e os padrões de qualidade da educação superior, resultando em:
  1. Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação Bacharelado, Licenciatura e Tecnológico - Presencial e EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento); NOVO
  2. Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Direito – Presencial e EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento); NOVO
  3. Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Medicina –(Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento). NOVO
2.4 Os critérios de análise que subsidiam o conceito atribuído ao indicador de todos os instrumentos estão colocados em escala crescente de excelência de 1 a 5. Consequentemente, com base na média entre os conceitos de cada indicador obtém-se o conceito da dimensão. As dimensões Organização Didático-Pedagógica, Corpo Docente e Infraestrutura permanecem, alterando-se os indicadores de modo a padronizar os procedimentos provendo sustentação aos conceitos atribuídos.
Todos os instrumentos possuem a mesma escala de análise, a saber:

Conceito Descrição
1 Quando os indicadores da dimensão avaliada configuram um conceito NÃO EXISTENTE.
2 Quando os indicadores da dimensão avaliada configuram um conceito INSUFICIENTE.
3 Quando os indicadores da dimensão avaliada configuram um conceito SUFICIENTE.
4 Quando os indicadores da dimensão avaliada configuram um conceito MUITO BOM/MUITO BEM.
5 Quando os indicadores da dimensão avaliada configuram um conceito EXCELENTE.

Os instrumentos deixam de se dividir por ato autorizativo com diferentes critérios de análise e mantêm-se um único conjunto de critérios de análise que passa a contemplar todos os atos a serem avaliados: Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de curso.
A diferença na avaliação de distintos atos regulatórios se reflete na presença de nomenclaturas no texto dos critérios de análise. Estes critérios dispõem das expressões previsto/implantado e regulamentado/institucionalizado. As expressões previsto e regulamentado são consideradas para a avaliação do primeiro ato (Autorização de curso) e as expressões implantado e institucionalizado para os atos subseqüentes (Reconhecimento, Renovação de Reconhecimento de cursos e para os indicadores da dimensão infraestrutura no ato de autorização).
Cada indicador apresenta predominantemente um objeto de análise e a inclusão do critério Não Se Aplica (NSA) para as especificidades.
O resultado atribuído ao relatório (Conceito de Curso - CC) é a média ponderada dos conceitos gerados em cada dimensão, considerando seus pesos, conforme publicação nos respectivos extratos.
Os pesos por ato e dimensão são: Autorização de Curso (Organização Didático-Pedagógica - 30, Corpo Docente - 30 e Infraestrutura - 40); Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Curso (Organização Didático-Pedagógica - 40, Corpo Docente - 30 e Infraestrutura - 30).

3. Do Período de Transição

Durante o período de transição dos instrumentos vigentes para os instrumentos reformulados serão observadas as seguintes regras:
a) todos os processos que estiverem na fase INEP/AVALIAÇÃO aguardando preenchimento de formulário eletrônico de avaliação (FE) terão seus formulários disponibilizados conforme os novos instrumentos.
b) os processos que possuem formulários de avaliação preenchidos nos instrumentos anteriores serão avaliados segundo os padrões estabelecidos nos instrumentos em que foram preenchidos. Portanto, não se adequarão aos instrumentos reformulados.

4. Das Considerações Finais

Em cumprimento a Portaria Normativa n°. 40, de 12 de dezembro de 2007, consolidada em 29 de dezembro de 2010, que atribui à Diretoria de Avaliação da Educação Superior – DAES/Inep as decisões sobre os procedimentos de avaliação e a responsabilidade de rever periodicamente os seus instrumentos e procedimentos de avaliação, esta diretoria torna pública a reformulação dos instrumentos, visando maior ajuste às diferentes realidades da Educação Superior no país.
Nessa perspectiva, os indicadores dos instrumentos e as alterações que se fizerem necessárias ao longo do processo avaliativo se darão de modo a atualizar tais indicadores com o intuito de democratizar esse processo, que deve contar com a participação da comunidade acadêmica. Em atividade conjunta - Inep e Conaes - realizarão Audiências Públicas para a apresentação dos instrumentos.
Diante de novas especificidades, os avaliadores que compõem o Banco de Avaliadores do Sinaes – BASis serão habilitados de acordo com os novos procedimentos.
Os instrumentos de avaliação estarão disponíveis na página do Inep para consulta pelas IES e demais interessados nos processos avaliativos do Sinaes.

Brasília, 01 de junho de 2011.
SUZANA SCHWERZ FUNGHETTO
Coordenadora-Geral de Avaliação dos Cursos de Graduação e Instituições do Ensino Superior
CGACGIES/DAES/Inep/MEC
CLÁUDIA MAFFINI GRIBOSKI
Diretora de Avaliação da Educação Superior
DAES/Inep/MEC
http://bve.cibec.inep.gov.br

ACORDO PARA EDUCAÇÃO BRASIL E ARGENTINA

Brasil e Argentina firmarão acordo para educação
Ações Internacionais 
06 de Junho de 2011

Para promover a cooperação entre Brasil e Argentina na área da educação, a presidente do Inep/MEC, Malvina Tuttman, e a presidente do Instituto Internacional de Planejamento da Educação (IIPE), Margarita Poggi, firmarão um acordo de cooperação técnica nessa quinta-feira, 9. O IIPE é um órgão equivalente ao Inep na Argentina, com sede em Buenos Aires, ligado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco.
Nesse acordo, as presidentes atenderão alguns objetivos em comum. Entre eles, estão a promoção de atividades de formação e capacitação de recursos humanos na área educacional em avaliações e estatísticas e a colaboração mútua para a realização de estudos e pesquisas que forneçam diagnósticos sobre essa área.
A previsão é que os trabalhos comecem a ser executados em até 90 dias após a assinatura do acordo de cooperação técnica. Os resultados obtidos sobre estatísticas educacionais, totais ou parciais, realizados em conjunto, poderão ser de uso comum entre os dois países.
Assessoria de comunicação do Inep/MEC
http://www.educacaocenso.inep.gov.br

domingo, 5 de junho de 2011

BIBLIOTECA VIRTUAL

http://www.brasiliana.usp.br/


Em junho deste ano, foi iniciada a fase piloto de implantação da Brasiliana Digital, que disponibilizará pela internet a coleção de cerca de 40 mil volumes da Biblioteca Guita e José Mindlin, doada à Universidade de São Paulo (USP) em 2006, além de outros acervos da USP.
A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin foi criada para abrigar e integrar a brasiliana reunida ao longo de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e doada por ele à USP. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, a Biblioteca Mindlin é considerada a mais importante coleção do gênero formada por um particular. São cerca de 17.000 títulos, ou 40.000 volumes: obras de literatura brasileira (e portuguesa), relatos de viajantes, manuscritos históricos e literários (originais e provas tipográficas), periódicos, livros científicos e didáticos, iconografia (estampas e álbuns ilustrados) e livros de artistas (gravuras).
Esse material foi digitalizado e pode ser acessado no site, através de uma ferramenta de busca.
Com informações do site Brasiliana USP
http://www.republicadoze.com.br/?p=521- Postado em | June 22, 2009

CORRETOR ORTOGRÁFICO ONLINE


 Corretor ortográfico online
 Foi criado um site que disponibiliza um corretor ortográfico online, que revisa seu texto de até 500 caracteres, segundo as normas do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, o Ortografa. Mas, fique atento, pois o sistema corrige apenas as palavras que sofreram alguma alteração com a nova norma.
Segundo os administradores do site, somente os caracteres colorizados caracterizam mudança na sua acentuação ou utilização do hífen, exceto as palavras que perderam o hífen. Além disso, eles pedem paciência, pois o sistema está em atualização constante. Mesmo assim, a ferramenta tem muito valor para quem quer adotar definitivamente as mudanças no seu dia-a-dia.

informações do site Uol e do blog República do Zé

sábado, 4 de junho de 2011

AGORA NÓIS PODE FALAR ERRADO

Por: IVONETE GOMES

Nóis brasileiro temos que aprender a escrever e falar errado, porque quando nóis fala certo perto de quem fala errado nóis é preconceituoso. Quando nóis estuda e aprende português, nóis fere a burrice de quem tem preguiça e falta de interesse em aprender. Essa é nova visão criada no seio da cúpula de “educadores” do MEC (Ministério da Educação) que ditam as regras para o ensino brasileiro.

Um novo livro didático adotado no governo do PT ensina o aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa”.  O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender (editora Global) diz que é normal ignorar as normas aplicadas anos a fio no País em unidades de ensino das redes pública e privada. Os autores da matança da língua portuguesa usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” e justificam que, na variedade popular, o fato do artigo “o” estar no plural já indica tratar-se de mais livros. Para eles, também não há problema em falar “nós pega o peixe”.

A edição foi distribuída pelo Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) a quase meio milhão de alunos de 4.236 escolas, depois que o Governo Federal entendeu o quanto é importante falar errado para evitar o que prontamente o PT chamou de preconceito lingüístico. O programa que se notabilizou como um dos melhores do mundo no governo Itamar Franco acaba de ir pras cucuias, graças à visão unilateral adotada dentro de um Ministério que jamais deveria primar pelo populismo de uma linha político partidária.

Foi preciso viver para ver a política inserida diretamente na educação, não para melhorar, mas para obter vantagens nos discursos de palanques que serão formados em 2014. Explico. O governo do PT precisa desconstruir as pesquisas da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) que coloca o Brasil na 88ª posição do ranking na análise educacional feita em 127 países. Estamos comendo poeira atrás do Uruguai, Argentina, Chile, Equador e até Bolívia. O documento da Unesco mostra que mais de 14 milhões de brasileiros são analfabetos, muitas crianças estão fora das salas de aula e orienta para um programa de aceleração de inclusão. O discurso do PT, no comando do País há quase uma década, é de que o Brasil nunca investiu tanto em educação. As pesquisas provam que não investiu o suficiente e agora é preciso correr contra o tempo em um setor que só apresenta resultados a longo prazo.

Seguimos, nós brasileiros, nessa política do tapar o sol com a peneira. Quando o governo, por incompetência, não consegue resolver um problema cria subterfúgios. Neste caso, já que os professores são mal remunerados, desmotivados, as escolas capengas, a didática obsoleta e, por isso os alunos não aprendem corretamente a matéria, basta transformar o errado em certo e dizer que não se trata do Português certo ou errado, mas do adequado e inadequado que visa coibir o preconceito lingüístico. Ou, sejamos burros, mas que nossa burrice esteja oficializada e politicamente correta.

Há conseqüências para esse (agora se pode dizer este) assassinato da Língua Portuguesa. Se por um lado pode evitar a evasão escolar – no rol de justificativas do MEC – por outro aumenta a estatística de analfabetos funcionais, que hoje ultrapassa a casa dos 17 milhões de brasileiros com idade superior a 15 anos, e, principalmente, diminui sobremaneira as oportunidades do pobre no ingresso em boas universidades, já que nos vestibulares e ENEN´s da vida “nós pega o peixe” não será considerado correto.

Disse Arnaldo Jabor, em uma de suas crônicas, que o PT quer oficializar a língua do ex-presidente Lula. E não seria tão absurdo chegar à conclusão de que o Partido dos Trabalhadores quer mesmo criar ninhos e seguidores. Para quem não sabe os atuais livros de história, aprovados e distribuídos pelo MEC, criticam veementemente Fernando Henrique Cardoso e colocam Lula como salvador do Brasil. É a dita lavagem cerebral, que se não coibida, vai levar esse País a uma oligarquia sem precedentes.
Fonte: Ivonete Gomes 
http://www.rondoniagora.com/noticias/agora-nois-pode-falar-errado-2011-05-19.htm

LIVROS PRA INGUINORANTES

 Mais uma matéria no Jornal do Brasil, sobre os livros  aprovado pelo MEC.
 por Carlos Eduardo Novaes 
 
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão
do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer?  Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal.
O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática.
Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar

sexta-feira, 20 de maio de 2011

SEMINÁRIO DE COMPANHAMENTO A INVESTIGAÇÃO I E II

Começamos hoje (20/05/2011) o seminaário com o profº Antonio Neto.
Estamos falando sobre a construção do trabalho de conclusão do mestrado a dissertação.

terça-feira, 10 de maio de 2011

BLOG PARA AVALIAÇÃO 2011

Mandei hoje uma mensagem, via twiter, para o professor, que esse é o meu blog para a avaliação da diciplina Recursos Digitais que foi Ministrada pelo profº. José Luís Ramos
Abraços

segunda-feira, 9 de maio de 2011

NORMAS DA APA PROJETO DO MESTRADO

Instituto de Psicologia – UFRGS
Departamento de Psicologia do Desenvolvimento e Personalidade
Curso de Especialização em Psicologia Clínica

Diretrizes para a Elaboração de Monografias nos Cursos de Especialização

A elaboração individual de monografia é uma exigência para todos os cursos de especialização. A monografia consiste na redação de um texto sobre tema relevante na área da especialização do aluno. A atividade não deve ser considerada apenas como um exercício metodológico ou exigência formal. Trata-se de um trabalho da maior relevância que estimula o estudo aprofundado, a observação cuidadosa, a análise, a reflexão, a habilidade de escrever textos profissionais e a interlocução sistemática com o orientador. Enfim, a monografia é uma oportunidade privilegiada para produzir e sistematizar um conhecimento que deverá ser útil para a formação de alunos e para o trabalho de psicólogos e de outros profissionais da área.
A monografia consiste em um trabalho original, que pode ser uma revisão crítica da literatura, um relato de experiência ou intervenção profissional, ou ainda uma pesquisa. Uma revisão crítica de literatura deverá apresentar: a) uma organização e integração de material já publicado, avaliando o progresso da pesquisa atual em direção à elucidação de um problema e posicionando-se criticamente em relação ao tema proposto e os estudos citados; b) habilidade em consultar variadas e atualizadas fontes sobre o tema, havendo um balanço entre a citação de artigos científicos e capítulos de livros; c) articulação entre os autores, por exemplo, identificando semelhanças e diferenças, consenso/ controvérsias nos conceitos teóricos ou resultados de pesquisas.
Um relato de experiência ou intervenção profissional (estudo de caso de atendimento clínico, intervenção grupal, experiência multidisciplinar, aplicação de um projeto de intervenção, etc..) deverá descrever a experiência e apresentar uma análise das implicações conceituais subjacentes ao trabalho realizado, descrição de procedimentos ou estratégias de intervenção, com evidência metodologicamente apropriada de avaliação de resultados.
A introdução é realizada com base na revisão crítica da literatura e os objetivos do estudo, incluindo a sua justificativa.

A metodologia envolve a breve descrição dos participantes (ex: dados sócio-demográficos e clínicos); instrumentos utilizados (ex: questionários, entrevistas, protocolo de registro de observação, etc.) e procedimentos adotados  (ex.: observação da interação em grupos, em díades, etc); tipo de atividades propostas (sessões de artes, atividades lúdicas, etc.) local, número e duração de observações, etc.

Resultados/Discussão: Desfecho dos procedimentos, embasando teoricamente os resultados, a partir da revisão da literatura realizada na introdução; avaliação crítica sobre a metodologia utilizada no trabalho, tais como limitações das atividades/metodologia e sugestões para futuras intervenções.
Em caso de realização de uma pesquisa, o projeto deverá ser previamente submetido ao Comitê de Ética do Instituto de Psicologia ou do local de realização do trabalho. Deverão ser utilizados os procedimentos apropriados à pesquisa com seres Humanos, conforme previsto nos termos das Resoluções 196/96 e 251/97 do Conselho Nacional de Saúde, com uso de Termo de Concordância da Instituição onde for realizado o estudo e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido dos participantes. É importante considerar que em função do prazo (um ano), a realização de pesquisa pode não ser viável em algumas áreas.
            As normas para a elaboração da monografia são as da APA, com as adaptações feitas pelas principais revistas científicas da área da psicologia (por exemplo, Psicologia: Reflexão e Crítica, Estudos de Psicologia, Avaliação Psicológica, entre outras). Essas normas estão disponíveis na Internet, em Diretrizes para Redação e Editoração de Teses e Dissertações, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRGS, em http://www.ailha.com.br/pospsico/normas0906.doc.            Incentiva-se também a organização da monografia no formato de artigo, de forma que possa ser submetida a periódico científico na área.

 

5. Redação: Orientações gerais
As monografias deverão ser redigidas com a utilização do software Microsoft Word 2000 ou posterior. Deve ser adotado um estilo de redação científica, com sentenças curtas, claras e objetivas, evitando-se parágrafos com uma única sentença. Ainda que não seja consenso, recomenda-se que o texto seja escrito na terceira pessoa. Por questões editoriais, recomenda-se que a monografia tenha entre 30 e 40 páginas (incluindo folha de rosto, resumo, tabelas, figuras e anexos).
O trabalho deve ser apresentado em Fonte Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento entre-linhas de 1,5. A página deve ter tamanho A4, com margens superior e inferior de 2,5 cm, e direita e esquerda de 3 cm. As páginas devem ser numeradas no canto superior direito.

6. Estrutura
A estrutura da monografia apresenta, geralmente, as seguintes partes:
1 Capa (ver modelo no Anexo 1)
2 Dedicatória (opcional)
3 Agradecimentos (opcional)
4 Epígrafe (opcional)
5 Sumário (ver modelo no Anexo 2)
6 Lista de Tabelas
7 Lista de Figuras
8 Lista de Abreviaturas e Siglas (opcional)
9 Resumo (cerca de 250 palavras) e palavras-chave (3 a 5)
10 Capítulo I: Introdução
11 Capítulo II: Método (ou Relato da Experiência)
12 Capítulo III: Resultados
13 Capítulo IV: Discussão (pode ser apresentada junto com os resultados)
14 Capítulo V: Conclusões ou Considerações Finais
15 Referências
16 Anexos (se for o caso)

7. Referências:
A citação de autores deve ser realizada segundo as normas da APA (American Psychological Association), usando a referência completa das citações, apresentando-a tanto no texto como na lista de referências. A lista de referências deve aparecer em nova folha, com o título centralizado. Deve-se utilizar os termos em inglês, de acordo com o Publication Manual da APA: in, et al., retrieved from, entre outras.

Exemplos de referências:
·         Por exemplo, no texto: “Bowlby (1989) descreve a evolução do ...”

·         No final do trabalho, nas referências, deve constar:
Bowlby, J. (1989). Uma Base Segura. Porto Alegre: Artes Médicas.

·         Quando for artigo de periódico, usar o seguinte modelo:
Nunes, D. C., Carraro, L., Jou, G. I. & Sperb, T. M. (1998). As crianças e o conceito de  morte. Psicologia Reflexão e Crítica, 11 (3), 579-590.

·         Exemplo de texto retirado da Internet:
Paim, J. S. & Almeida Filho, N. (1998). Saúde coletiva: uma “nova saúde pública” ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, 32 (4). Disponível em: . (Acessado em 11/02/2000)

Obs. 1: Nas referências devem constar apenas as obras efetivamente citadas no corpo do trabalho.

Obs. 2: Outros detalhes sobre a forma de apresentação das referências são apresentados no documento Diretrizes para Redação e Editoração de Teses e Dissertações, do PPG em Psicologia da UFRGS, em http://www.ailha.com.br/pospsico/normas0906.doc

Obs. 3: Todo material retirado da internet deve ser acompanhado da respectiva referência. O uso de textos na íntegra, ou de partes de textos de outros autores, ou retirados de sites na internet, sem a devida referência, serão considerados plágio e o trabalho de monografia será reprovado.

7. Tabelas e Figuras
            Os resultados podem ser apresentados através de figuras ou tabelas, mas não devem ser apresentados os mesmos resultados de duas formas, ou seja, o autor deve escolher se os dados ficam mais claros através de uma tabela ou gráfico. O modelo das figuras e tabelas deve ser padronizado, conforme os modelos abaixo, e deve haver cuidado para que a tabela fique inteira na mesma página, ou seja, não deve haver “quebra” de tabela. Quando for uma tabela retirada de alguma fonte, esta deve ser informada. As Figuras e Tabelas devem ser apresentadas em Preto e Branco.
As normas não incluem a denominação Quadros ou Gráficos, apenas Tabelas e Figuras. Todas as tabelas e figuras devem ser referidas no texto. A palavra Tabela ou Figura deve ter a inicial maiúscula, seguida do respectivo número. Elas devem ser numeradas de acordo com a ordem em que aparecem no texto. Ex: A Tabela 1 apresenta...
            Os títulos das Figuras devem ser apresentados abaixo das mesmas, sempre em letra minúscula (somente a primeira palavra da frase deve ser iniciada com letra maiúscula, excetuando-se nomes próprios). Título de figura deve ter ponto final. Nas Tabelas o título deve ser apresentado acima da mesma e em itálico. A primeira letra de cada palavra do título deve ser escrita em letra maiúscula, sendo que as demais letras devem ser minúsculas. Título de tabela não possui ponto final.

Modelo de Tabela
Tabela 1
Deficiências em Idosos com Idade Acima de 60 Anos                                
Tipo de deficiência                                                                                                  Freqüência
Pelo menos 1 deficiência enumerada                                                                        7.217.212
Deficiência mental permanente                                                                                    573.312
Deficiência física (parte/total)                                                                                      470.539
Deficiência visual                                                                                                     4.935.659
Deficiência auditiva                                                                                                  2.578.148
Incapacidade permanente para caminhar ou subir escadas                                      3.791.540
Fonte: IBGE/2003 – http://www1.ibge.gov.br
Modelo de Figura
Figura 1. Média de freqüência dos eventos estressores por idade


Anexo 1-Modelo de Capa






XXXXXX   Título XXXXXXXXXXXX







(nome do aluno)






Monografia apresentada como exigência parcial do Curso de Especialização em
Psicologia Clínica – Ênfase em XXXXXXX – sob orientação do
Prof. Dr. XXXXXXXXXXXXXX







Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Instituto de Psicologia
Porto Alegre, mês/ano

domingo, 24 de abril de 2011

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM - 2011

Terminamos mais uma disciplina que foi ministrada pelo profº. Phd. Antoni Borralho. Foram aulas maravilhosas.
Veja alguns momentos dessas aulas e de nossos intervalos.









quinta-feira, 14 de abril de 2011

NOVA DISCIPLINA NO MESTRADO- 2011

Na sexta-feira começaremos uma nova disciplina no mestrado.Será Avaliação da aprendizagem  com o prof. Antonio Borralho.
Vamos lá amigos!!!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO A PARTIR DAS OPINIÕES DOS ALUNOS DO 1º E ULTIMO ANO

Arilda Schmidt Godoy  -  UNESP de Rio Claro e FECAP
                                    http://www.fecap.br/adm_online/art11/arilda.htm
 
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=4&texto=99
 
RESUMO: O artigo apresenta uma pesquisa que investigou as opiniões de alunos universitários a respeito do tema "avaliação da aprendizagem". A pesquisa, desenvolvida segundo as orientações do enfoque qualitativo, teve por objetivo fundamental identificar, caracterizar e analisar os significados e as práticas de avaliação da aprendizagem segundo a perspectiva de alunos do ensino superior. Subsidiariamente esperamos que o estudo forneça dados e informações que permitam uma melhor compreensão dos aspectos envolvidos no processo de avaliação da aprendizagem e que sirvam de elementos para uma reflexão mais acurada sobre a prática docente. O estudo envolveu alunos de três cursos da UNESP/Rio Claro e os dados foram coletados a partir de depoimento escrito e entrevista semi-estruturada. A análise dos dados seguiu as orientações da técnica de "análise de conteúdo" e assumiu um enfoque predominantemente descritivo. Os dados foram agrupados em torno de grandes temas que se revelaram os mais significativos tendo em vista os objetivos do estudo. Os resultados sugerem que a avaliação é considerada um aspecto importante do processo ensino-aprendizagem e que os alunos atribuem a ela tanto uma função didática quanto uma função "de controle". Os alunos apontam ainda que um conjunto de sentimentos negativos cercam a atividade de avaliação questionando tanto a efetividade do processo quanto a qualidade dos instrumentos e das modalidades avaliativas utilizadas pelos docentes. Tais resultados, longe de serem conclusivos, ampliam, no entanto, nossa compreensão a respeito da visão dos discentes fornecendo um conjunto de informações bastante relevantes, tanto do ponto de vista da reflexão teórica quanto do ponto de vista da prática educativa.
 
1. Introdução
Uma análise sobre o significado e efetividade do processo de avaliação da aprendizagem no ensino superior tem, necessariamente, que retomar a produção internacional na área, especialmente aquela representada pela perspectiva norte-americana e inglesa, reconhecida, por Vianna (1995), como a mais influente no cenário mundial. Embora constituindo um conjunto bem menos representativo serão também apontados e comentados aqui os trabalhos de autores nacionais que versam sobre esta temática.
Em função dos objetivos da presente pesquisa, que destaca as opiniões dos alunos no que se refere aos vários aspectos envolvidos no processo de avaliação da aprendizagem, buscaremos na literatura especializada os estudos que examinam a avaliação a partir da análise das perspectivas e vivências dos estudantes neste processo.
A ênfase nas percepções e experiências do alunado com o processo de avaliação da aprendizagem revela-se bastante significativa se concordarmos com os resultados de uma pesquisa desenvolvida por Cox (1985) que revelou que os estudantes conseguem ter uma percepção bastante clara a respeito deles mesmos, da maneira como desenvolvem o trabalho acadêmico e dos aspectos da avaliação que realmente são importantes para eles.
A visão de docentes e discentes do ensino superior a respeito da avaliação da aprendizagem também foi examinada num artigo publicado por Warren, em 1987. Nele o autor, especialista e consultor na área de avaliação, destaca que três aspectos dominam as opiniões dos alunos sobre este assunto:
a) Segundo os estudantes, a aprendizagem mais importante é aquela que vai além da mera aquisição de informações. Eles acham, no entanto, que a qualidade das informações obtidas pelos docentes, em seus procedimentos avaliatórios, normalmente é precária e privilegia apenas as aprendizagens que envolvem a memória e os níveis mais baixos de entendimento.
b) Os estudantes consideram que os testes objetivos de múltipla escolha ou de resposta breve são inadequados como indicadores de qualidade. Para eles as questões de ensaio, a organização de "papers", os resultados de discussões em classe e as reuniões de orientação com docentes fornecem informações bem mais adequadas e precisas sobre suas realizações.
c) Os estudantes acreditam que as informações obtidas pelos professores a respeito da aprendizagem dos alunos geralmente são enganadoras e não expressam a real aprendizagem conseguida num curso.
Além destes aspectos, os alunos também acreditam que a qualidade da instrução aumenta quando a avaliação é vista como um instrumento de ensino, sendo feita na forma de observações contínuas, elaboração de "papers" e questões de ensaio. Embora as observações possam se questionadas enquanto procedimento de avaliação por serem, muitas vezes, casuais e subjetivas, os estudantes consideram que, quando parte de um processo contínuo, permite a reunião de dados cada vez mais consistentes e precisos a respeito do progresso dos alunos. Para os estudantes, inclusive, tais dados podem ser colocados em discussão aberta com os próprios discentes.
Segundo Warren (1987) os relatos dos alunos, valorizando procedimentos mais informais, descrevem situações em que ensino e avaliação estão claramente integrados, com a avaliação ocorrendo durante todo o processo instrucional Data de publicação no site: 28/03/2005

segunda-feira, 21 de março de 2011

Avaliação dos Professores pelos Alunos


Olá amigos 
achei interessante essa matéria e estou repassando. Ela foi retirada do site http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12721
 
      


Avaliação dos professores pelos alunos

Pesquisa realizada numa instituição de ensino superior demonstra a importância do corpo docente para a imagem

Mauro Afonso Rizzo


A reflexão e a discussão realizadas sobre a prática pedagógica nos remetem a um campo com múltiplas dimensões, como o professor, aluno, metodologia, avaliação, relação professor/alunos, concepção de educação e de escola. Segundo vários autores, há muitas maneiras de se estudar a prática docente quando se pretender aprimorar as ações e o corpo de professores de uma instituição de ensino superior.

Nesse contexto, escolheu-se analisar tal prática na dimensão da avaliação institucional, sob o olhar do ator sujeito do processo de aprendizagem, o aluno. Primeiramente, destaca-se a importância da avaliação; que se considere autoavaliação institucional na universidade como um campo do conhecimento permeado por grandes questionamentos. Distante de ser neutra, sempre revela posicionamentos e tendências, consubstanciando com sua natureza política. Trata-se também de uma questão de poder político que se estabelece entre avaliador e avaliado, a universidade e o professor, a escola e o aluno.

Embora esse texto refira-se especificamente à avaliação escolar discente, considera-se que suas observações possam ser aplicadas também ao estudo da avaliação dos professores. A avaliação "é, por natureza, meio e não fim", devendo apresentar um sentido de diagnóstico que favoreça o aperfeiçoamento do que está sendo avaliado, pressupondo que seja através de um processo sistemático, global, contínuo e com a necessária legitimidade técnica e política. Diante de uma gama enorme de dados e experiências conseguidas ao longo do tempo numa típica instituição de ensino superior - sobre a avaliação da prática docente no olhar dos alunos - objetiva-se nesse texto compartilhar algumas dessas experiências, extrapolando-as para algumas reflexões e inquietações, tentando sem maiores pretensões apontar algumas conclusões relacionadas ao contexto.

Ressalva-se que, inicialmente, houve muitas restrições por parte dos professores quanto à "avaliação" que os alunos fariam. Os argumentos foram dos mais variados. Desde a competência dos alunos em realizar tal avaliação à capacidade desses em estabelecer um juízo de valor.  Mas com o tempo e diante das sucessivas avaliações realizadas o processo foi incorporado na cultura organizacional - transcorrendo naturalmente dentro do contexto institucional.

Esse processo de autoavaliação institucional contou, em nove anos, com 18 pesquisas, totalizando aproximadamente 12 mil questionários respondidos pelos alunos. Os dados foram levantados na Faculdade Sudoeste Paulista, localizada no interior do Estado de São Paulo. A instituição foi credenciada pelo Ministério da Educação em 2000 e, atualmente, possui em torno de 1.800 alunos de graduação, que semestralmente opinavam sobre a prática pedagógica de seus professores.

Para o levantamento das informações foi aplicado um questionário estruturado  respondido pelos alunos e que compreendia várias dimensões da instituição, porém, como o alvo da discussão desse texto é a avaliação da prática docente, serão analisados apenas os dados dessa dimensão avaliativa. A aplicação dos questionários sempre foi realizada na metade do 2º bimestre - levando em consideração que o regime é semestral e sem a presença do professor em sala. Os alunos não se identificavam nas folhas do questionário.

A avaliação da prática pedagógica dos professores pelos alunos, apesar de ser monofocal e de apresentar várias limitações, mostrou-se ao longo dos anos um método muito eficaz para a melhoria da qualidade de ensino e da satisfação discente. Houve uma progressiva melhora na atividade docente, com reflexos evidentes na própria instituição.

Muitas vezes, um professor que provocava grande insatisfação numa sala de aula, ecoava intensamente na insatisfação dos alunos com outros docentes e, principalmente, com relação ao coordenador de curso e à própria instituição. A insatisfação tornava-se, em algumas situa­ções, generalizada - motivada por um fator desencadeador: o professor. Inclusive em algumas turmas, observou-se o aumento da evasão dos alunos.

Sem dúvida, o corpo docente tem papel mais importante dentro de uma instituição de ensino superior - e o grau de satisfação dos alunos com os seus professores reflete diretamente na sua motivação e no ambiente favorável ao aprendizado. Fato que contribui positivamente para a gestão da própria instituição, sendo o seu monitoramento um importante indicador estratégico.

Os apectos positivos ficaram evidentes na aplicação sucessiva e periódica da avaliação, favorecendo a eficácia do processo. A imagem da instituição também foi influênciada de maneira muito positiva. Pesquisas internas mostraram que alunos satisfeitos e, em especial, com o corpo docente, divulgavam a faculdade - 50% dos ingressantes foram estudar na instituição por influência desses alunos.




Mauro Afonso Rizzo
Pesquisador em Avaliação e Gestão Educacional